Nada como começar o dia com um e-mail com promoções. Hoje foi a KLM, que anunciou uma promoção que dura apenas 72 horas de voos (ida e volta) para os Estado Unidos da América, a partir de 371€. A promoção abrange voos realizados pela KLM e/ou Air France.

São vários os destinos para viagens entre 25 de Outubro e 13 de Dezembro de 2017 e entre 8 de Janeiro e 22 de Março de 2018. A estadia tem de ser pelo menos de 7 dias ou noite de sábado.

Podem consultar a promoção, directamente no site da KLM, aqui.

Para além dos EUA, existem também outros destinos disponíveis na promoção:


Tirando Miami, Nova Iorque e Toronto todos os restantes destinos parecem ter preços um pouco acima do que podemos arranjar noutras companhias. De qualquer das formas, vale a pena pesquisar e perceber qual será o próximo destino de férias!

Let's Run Away!

TAP está com uma oportunidade de voos para Bissau, Guiné-Bissau, a partir de 308€ ida e volta a partir de Lisboa.

Estes preços são para voos a realizar entre Janeiro e Junho de 2018 e podem ser adquiridos no site da companhia. Na seguinte lista, podem aceder a alguns exemplos de datas (podem haver mais datas disponíveis):
Estes voos incluem apenas bagagem de mão. Para levar uma mala de 23kg o preço sobe para 357€.


Tendo em conta que os voos costuma rondar os 450€ sem bagagem de mão, esta oportunidade equivale a uma poupança de cerca de 150€ que vale a pena aproveitar!

Let's Run Away!


Nome: Herdade dos Mestres
Morada: Monte dos Mestres, Estr. Nac. 255, Caixa Postal 605, 7200-016 Terena, Portugal
Online: site e facebook
Número de Estrelas: Não Aplicável


Votação Booking: 9,4, Soberbo






A nossa avaliação


- Localização: 5 estrelas

Relativamente à localização, a avaliação depende muito do objectivo de cada um. Para nós, em que o objectivo era estarmos completamente longe da confusão e no total silêncio, estarmos completamente no meio do nada e no meio de planícies alentejanas foi ,sem dúvida, uma das grandes mais valias da Herdade. A vista desafogada para as planícies e o facto de à noite conseguirmos ver o céu completamente estrelado foi uma grande mais valia.

- Quarto: 4 estrelas

Na Herdade, cada um dos quartos tem um tema especifico (Mestre Oleiro, Mestre Ferreiro, etc.). No nosso caso, calhou-nos “O Oleiro”. O quarto estava decorado com o tema, tendo histórias e toda a informação sobre este tipo de mestre. 
A cama era muito confortável, tínhamos um cadeirão de apoio e um armário para arrumação. Na minha opinião, a única coisa que provavelmente acrescentava, seria um apoio de mala que seria útil, para o nosso caso (apenas ficámos uma noite) não iríamos dar uso ao armário.

- WC: 4 estrelas

A casa de banho é boa, com o essencial. Tudo estava em excelentes condições tal como se fosse novo. A água do duche tinha mesmo muita pressão, o que é raro encontrar e a água era bastante quente. Devido à alta pressão da água, penso que seria necessário que a divisória entre a banheira e o resto da casa de banho fosse maior, pois acabamos por salpicar um pouco a casa de banho.

- Limpeza: 5 estrelas

No local no meio de Alentejo e onde a natureza abunda, poderia acontecer existir alguma sujidade e desgaste das infra-estruturas, quartos e espaços comuns, mas encontrámos exactamente o contrário. Tudo estava impecavelmente limpo e com ar de novo, o que nos dá total confiança para andar à vontade por todo o lado.

- Alimentação: 5 estrelas

Tivemos a oportunidade de jantar e tomar o pequeno-almoço na Herdade e apenas tenho a dizer que foi delicioso. Para o jantar Ela comeu açorda de camarão e eu comi um lombinho de porco na grelha. Tanto eu como ela ficámos deliciados. Refeição caseira, com produtos de excelente qualidade, começando com um chouriço bastante bom e terminando com uma óptima mousse de chocolate.
Se ao jantar já tínhamos ficado bastante satisfeitos, meus senhores, o pequeno-almoço... Que pequena delícia. A variedade não é muita, mas o iogurte natural caseiro é do melhor que já comemos, pão alentejano com doce de framboesa e de pêssego, bolo de iogurte mesmo muito bom, croissants, um sumo de laranja natural que só apetecia repetir. Se falarem antecipadamente com os responsáveis e tiverem alguma limitação alimentar, têm o cuidado de arranjar alternativa, como por exemplo leite sem lactose. Se tudo o resto já foi bom, este pequeno-almoço dá-nos vontade de voltar rapidamente.


- Comodidades: 5 estrelas

A Herdade está isolada, mas não faltam coisas para fazer. Existe uma piscina magnífica com uma zona de espreguiçadeiras que nos soube pela vida. Existe uma mesa de matraquilhos, uma mesa de snooker, várias mesas com jogos de tabuleiro, mikado, cartas, entre outros e uma zona de estar comum com televisão. Tendo em conta que existe uma criação de cabras, é ainda possível estar próximo dos animais.

- Internet: 4 estrelas

A configuração de acesso à Internet é bastante simples, através da informação existente no quarto: dados de utilizador e password e a instalação de um certificado de segurança, para garantir que a ligação está totalmente segura. Até este ponto, sem qualquer problema. Dentro do quarto a ligação é muito fraca e por vezes ficamos sem ligação. No entanto, quando estamos nos espaços comuns a ligação é excelente, rápida e sem qualquer problemas de ligação.

- Staff: 5 estrelas

Do início ao fim, cinco estrelas. Muito prestáveis. Começaram por nos explicar a história da Herdade e o conceito de cada quarto ter o seu tema, fizeram uma visita pelos espaços e explicaram como tudo funcionava.
Mais uma vez de referir a preocupação com os produtos alimentares, que não existe em muitos locais.

- Custo: 4 estrelas

O preço de reserva é de 70 ou 80€ (dependendo do local onde marcam) para um quarto para duas pessoas, mas também existe um quarto/apartamento para 6 pessoas que inclui uma cozinha. Achamos que o preço, tendo em conta todas as comodidades e qualidades de todo o espaço, está adequado.

Ficámos completamente rendidos e vamos de certeza voltar. Já falámos com alguns grupos de amigos e já estamos a pensar reservar o apartamento para 6 pessoas para regressarmos. Já vos falei do pequeno-almoço? Eu sei que parece repetição, mas não consigo de deixar de referir o quão bom nos soube.


Nota Final: 4,6 estrelas

Tardou, sabemos. Já visitámos Paris em Fevereiro de 2016, num frio fim-de-semana com temperaturas a rondar os zero graus. Já ambos conhecíamos a cidade de viagens passadas (a minha mais recente do que a d'Ele, que lá foi em criança) e por isso estávamos menos presos a percorrer os roteiros habituais e a fazer "check" nos monumentos. Ainda assim, não pudemos deixar de revisitar os pontos principais. Um dos dias do nosso fim-de-semana prolongado foi dedicado à Disneyland Paris, mas isso fica para uma publicação exclusiva. É que, a menos que queiram dormir no hotel encantado da Bela Adormecida (ou coisa que o valha) é possível ir à Disneyland por preços bem mais simpáticos dos que vemos nas agências de viagens. E queremos mostrar-vos isso.

Mas voltemos a Paris... Ficámos alojados no hotel Elysa Luxembourg, de que já vos falámos anteriormente e que recomendamos. Dedicámos-lhe um fim-de-semana prolongado, chegando a Paris sábado bem cedo e regressando no final do dia de segunda-feira. 

Começámos o nosso passeio pela zona mais alta da cidade, para depois podermos descer a pé em direcção ao centro. Assim, o nosso primeiro ponto do roteiro foi o Moulin Rouge. Não assistimos a nenhum dos espectáculos deste cabaré, mas a foto cliché à porta não podia faltar. 


Ali tão perto, seguimos directamente para o famoso bairro de Montmartre. É das minhas zonas preferidas de Paris, quer pelas lojas originais quer pela vida nas ruas e a cultura de esplanadas que ali se vive - faça chuva ou faça sol. Neste bairro, e se são fãs do filme O Fabuloso Destino de Amélie, não deixem escapar o Cafe des 2 Moulins na rua Lepic, que serviu de cenário ao filme. Podem entrar à vontade e ver alguns dos objectos do filme, como o anão de jardim.





Ainda em Montmartre, e sendo Paris a cidade do amor, não se esqueçam de visitar Le Mur des Je T'Aime. Trata-se de um muro com a palavra "Amo-te" escrita em 300 línguas diferentes. Não demorámos mais de uns segundos a encontrar a versão portuguesa! Para os mais distraídos, este muro pode passar despercebido: fica num pequeno jardim, na lateral da Place des Abbesses. 


Subindo Montmartre (e oh, se sobe...), o ponto seguinte do nosso roteiro foi a Basilique du Sacre Coeur. Seja para ver a própria basílica, para ouvir música ao vivo sentados na escadaria - And I think to myself, what a wonderful world... - ou para ver o futebolista a brincar com uma bola a alturas inimagináveis - aos anos que este senhor faz dos céus de Paris o seu campo de futebol - vale muito a pena subir ao Sacre Coeur. Garanto-vos que com o céu limpo, a vista é ainda melhor.




A descer todos os santos ajudam, como se costuma dizer. E lá seguimos nós, pelas ruas de Paris. 


Próxima paragem? L'Arc de Triomphe, mesmo ali, no topo dos Champs-Élysées. Para quem quiser, é possível subir e ver Paris de cima. O bilhete para um adulto custa 8,00€.



Percorram depois os Champs-Élysées e aproveitem para espreitar as várias lojas luxuosas e, quem sabe, fazer umas comprinhas. Nem  que seja uns macarons, para adoçar a gula. Nós experimentámos os Pierre Hermé (para mim, os melhores) e garanto-vos que o de caramelo salgado é de chorar por mais. Mas mais à frente encontram também a loja Ladurée que são, sem dúvida, os macarons mais conhecidos.
Além de macarons, há também lojas de alta costura, de carros, de chás e até um Mc Donald's. Sabiam que o conceito de McCafe surgiu exactamente ali, nos Campos Elísios? Consta que a política de abertura de lojas naquela zona é bastante rígida e não era permitido abrir um restaurante de fast food. Vai daí, o Mc Donalds criou o seu conceito de café e estreou-se nesta famosa rua.



A avenida dos Champs-Élysées termina na entrada na Place de La Concorde. Antigamente era local de execuções, hoje marca  o início da avenida e apresenta-nos o Obelisco de Luxor (com mais de 3.300 anos) e a Roue de Paris.



Se fizerem este percurso durante o dia, podem aproveitar para visitar também o Jardin des Tuileries e tirar a típica fotografia nas cadeiras verdes. Nós chegámos a esta zona já bastante tarde, com os jardins fechados. Por isso, explorámos a zona lateral ao jardim. Passámos à porta do conhecido Maxim's e seguimos até à inesperada Église de la Madeleine, que aparenta ser um templo grego perdido no meio da cidade. 




Bem perto, podem também ver a Comédie-Française e o Palais Royal, com as Colonnes de Buren, uma instalação artistica do francês Daniel Buren a que deu o nome de Les Deux Plateaux.




Seguindo em direcção ao Sena, encontramos o famoso Musée du Louvre. Famoso e não é para menos: apelidam-no de "o maior" e "o mais conhecido" museu do mundo. É, realmente, muito grande, e alberga algumas das mais importantes obras artísticas. É o caso da minúscula Mona Lisa, de Da Vinci - a minha maior decepção em termos de obras de arte. Se quiserem visitar o museu - o bilhete custa 15,00€ para um adulto - convém reservarem muitas horas do vosso dia para o fazerem. 



À saída do Louvre, e depois de centenas de fotos às suas magníficas pirâmides, podemos ver o Arc de Triomphe du Carrousel, erguido por Napoleão I para comemorar as suas vitórias militares.


E depois, o Rio Sena. As suas pontes. E as luzes. Toda a magia de Paris, para mim, está ali. À noite, a paisagem é lindíssima. Atravessámo-lo pela Pont au Change e ainda tivemos tempo para espreitar a Cathédrale Notre-Dame de Paris, apesar de já termos finalizado o roteiro para este dia. Regressaríamos depois áquela zona, de dia, para a admirar. Agora a noite já ia avançada e era hora de nos dirigirmos ao restaurante que tínhamos reservado pelo The Fork - La Fourchette, em França - para jantar.



Segundo dia em Paris e muito ainda por explorar. Antes de nos fazermos ao caminho, um Vhils mesmo à nossa frente. Ambos gostamos muito do trabalho do Vhils e temos conseguido encontrá-lo um pouco por todo o mundo, o que nos enche de orgulho português.


Aproveitando que o nosso hotel ficava na zona do Jardin du Luxembourg, começámos por explorar as imediações dessa área antes de nos dirigirmos ao último ponto do nosso roteiro e, sem dúvida, o ponto turístico mais cliché de Paris. Já adivinharam que estou a falar da Torre Eiffel, certo?

Começamos o dia no Quartier Latin, onde visitámos o Panteão. Originalmente, foi construído como igreja mas hoje aloja os túmulos de várias figuras francesas como Jean Jacques Rousseau,  Victor Hugo ou Marie Curie.


Ver a Catedral por fora não é suficiente e, por isso, lá fomos nos para a Cathédrale Notre-Dame de Paris novamente. A entrada é gratuita e vale muito a pena, mesmo que encontrem longas filas de espera. 




Antes de partirem, não se esqueçam de dar uma última olhadela à fachada e imaginar o famoso Corcunda de Notre Dame. É uma personagem que faz parte do imaginário infantil de cada um de nós, certo?


Quando visitámos a cidade, os cadeados já tinham sido retirados da Pont des Arts, que se tornou mundialmente conhecida pelas juras de amor eterno. Podemos agora vê-los um pouco antes, na Pont Neuf.



A fome apertava e parámos para almoçar num dos restaurantes com que nos cruzámos. Não sem antes babarmos com as várias chocolateries que estão, para mal dos nossos pecados, um pouco por todo o lado. 


Passámos, depois, pelo Théâtre de l'Odéon com a instalação artística "The World is Yours" de Claude Lévêque. 


Mesmo no Inverno, o Jardin du Luxembourg é uma mancha colorida no meio da cidade. Seja de dia ou ao pôr-do-sol, passeiem e percam-se pelos caminhos. Aproveitem também para descansar: Paris é bastante grande e o nosso roteiro é de vários quilómetros por dia.




Fizemos, depois, vários quilómetros pelo Quartier du Montparnasse até ao nosso próximo destino. Se quiserem ter uma vista aérea de Paris, podem aproveitar para subir à Torre Montparnasse, um arranha-céus de 210 metros de altura. A vista é bonita mas, a nosso ver, não vale os 17,00€ do bilhete. Existem outras opções, como as Galerias La Fayette, com boa vista e sem custo de entrada.

Dirigimo-nos então a Les Invalides, um complexo de edifícios militares onde está, por exemplo, o Museu do Exército. É também aqui que está o túmulo de Napoleão Bonaparte, que é possível visitar.



Para fechar a viagem em grande, deixámos a Tour Eiffel para último. Fizemos todo o caminho até lá pelo Champ de Mars e fomos aproveitando a imponência deste monumento. Sabiam que era suposto ter sido desmontada 20 anos após a sua construção? E, afinal, mais de cem anos depois continua a encantar quem por lá passa - mais do que encantou inicialmente, pois reza a história que não foi muito bem recebida pelos franceses na altura da sua construção.



A entrada na Torre Eiffel tem vários custos, dependendo do que quiserem fazer: para os primeiros decks de observação, o bilhete custa 11,00€; se pretenderem ir até ao topo, custa 17,00€; se quiserem subir de escadas, o valor desce para 7,00€. A menos que tenham tendências masoquistas, sigam o meu conselho e desembolsem mais uns trocos, para fugir da subida de escadas. Palavra de quem já subiu os 1.665 degraus uma vez, e jurou para nunca mais. Mas, façam o que fizerem, não deixem de subir, pois vale muito a pena. A vista para a cidade é linda, com a sombra enorme da torre a mostrar-nos o quão pequeninos somos, ali em cima. 
Não deixem também de a observar, cá de baixo, à noite. De hora a hora, há uma explosão de luzes a cintilar por toda a torre e é lindo de se ver, como se de repente a Sininho fugisse da Disneyland e enchê-se Paris de pozinhos de perlimpimpim.

Para uma visão diferente sobre a ponte, podem também optar por vê-la desde os Jardins du Trocadéro.

Et voilá, foi assim que passámos dois dias em Paris. Mais de 15 quilómetros a pé por dia, um dia de fuga até à Disneyland e com uma excelente guia e amiga que nos orientou pelos melhores sítios - obrigada, M. Apesar de não encontrar em Paris a magia que muitos falam, é uma cidade bonita e à qual regressaremos várias vezes, sem qualquer dúvida. A maior prova disso é que já comprámos mais uma viagem e lá iremos nós pela terceira vez, já daqui a três meses. Já dizia a Audrey Hepburn... (não preciso dizer o resto, pois não?). Esperemos que a M. esteja pronta para nos acompanhar, pois estamos cheios de vontade de explorar o Palácio de Versalhes e revisitar o Louvre.

Como podem ver, um fim-de-semana permite, facilmente, conhecer os principais pontos da cidade sem andarem numa correria e desfrutando do passeio. Mas se quiserem conhecer o Louvre e outros museus, aconselhamos que reservem mais dias para o fazer. Paris é uma cidade cheia de cultura e... bons macarons!

Let's Run Away?