Depois de comprar os voos, definir o roteiro, marcar hotéis, marcar tours, arranjar um guia privativo, comprar transfers, etc. e tal... a nossa única vontade era apanhar o avião e seguir para a Tailândia. Era bom, mas não pode ser assim. Sempre que viajamos para um páis estrangeiro, há alguns aspectos que devemos ter em conta - temos a vida muito facilitada com o Acordo de Schengen mas, quando falamos de outros países, a história pode não ser assim tão simples!

#3.1 - Autorização de entrada

Os cidadãos com passaporte português não precisam de visto de entrada para a Tailândia. Para verificar este tipo de informações - como já vos tinha dito - utilizamos sempre o Portal das Comunidades Portuguesas, do Ministério dos Negócios Estrangeiros, que nos indica as condições de entrada para cada país.

#3.2 - Saúde

É muito importante que, algumas semanas antes de viajarem, façam uma Consulta do Viajante para perceberem os cuidados de saúde que deverão ter na vossa viagem. No nosso caso, recorremos à Consulta do Viajante em Telemedicina, com o Dr. Diogo Medina. Além de levarmos connosco medicação específica para as condições que íamos encontrar, foi-nos prescrita a vacina para a Febre Tifóide. O Dr. Diogo Medina deu-nos ainda indicações muito importantes relativamente à alimentação e até indicações da temperatura a que colocar o ar condicionado dos quartos, para termos a certeza que os mosquitos não nos atacavam.

#3.3 - Costumes

Quando viajamos para um país com uma cultura tão diferente da nossa, é muito importante que nos informemos sobre determinados aspectos antes de viajarmos. Há certos "procedimentos", quer culturais quer religiosos, que devemos respeitar sempre.

Por exemplo, para visitar qualquer templo na Tailândia é necessário cobrir as pernas e os ombros, e esta regra funciona quer para homens quer para mulheres. Devemos ter isto em conta na selecção da roupa que vamos levar e respeitar SEMPRE as indicações. Afinal de contas, também gostamos que respeitem a nossa cultura quando visitam o nosso país... 

Pequim? Hong Kong? Se os olhos em bico chamam por vós, esta promoção não podia calhar melhor. É certo que muitos ainda estão a pensar nas férias grandes de 2017, apesar de já estarmos praticamente no final de Agosto. Outros têm no horizonte uma escapadela de Outono. Mas quem procura as grandes oportunidades, como nós, já está de olho no início de 2018... E esta promoção vem mesmo a calhar.

A espanhola Iberia disponibiliza voos, com partida de Lisboa ou Porto, para Pequim (a partir de 349,00€ e 382,00€, respectivamente) e do Porto para Hong Kong (a partir de 399,00€). 
Os bilhetes podem ser adquiridos directamente no site da companhia aérea e estes preços estão disponíveis para viagens entre Fevereiro e Maio de 2018. 

Algumas das datas disponíveis são:

  • Porto - Pequim
- 18 de Abril a 01 de Maio
- 25 de Abril a 08 de Maio
- 01 a 15 de Maio
- 02 a 15 de Maio
- 08 a 21 de Maio
- 09 a 22 de Maio
- 15 a 28 de Maio
- 16 a 29 de Maio

  • Lisboa - Pequim
- 16 a 25 de Abril
- 17 a 26 de Abril
- 24 de Abril a 03 de Maio
- 25 de Abril a 04 de Maio
- 02 a 11 de Maio
- 07 a 16 de Maio
- 14 a 23 de Maio
- 15 a 24 de Maio
- 21 a 30 de Maio
  • Porto - Hong Kong
- 12 a 21 de Fevereiro
- 15 a 24 de Fevereiro
- 04 a 13 de Março
- 20 a 29 de Abril
- 25 de Abril a 04 de Maio
- 01 a 10 de Maio
- 02 a 11 de Maio
- 05 a 14 de Maio
- 08 a 17 de Maio
- 17 a 26 de Maio
- 21 a 30 de Maio

Se nas viagens com destino a Pequim esta oportunidade representa uma poupança entre os 50,00€ e os 100,00€, nas viagens com destino a Hong Kong representa uma poupança de mais de 100,00€. Para vos dar um exemplo, voámos para Hong Kong no ano passado pela Swiss por cerca de 520,00€. É certo que, ao contrário da que realizámos, esta oportunidade implica duas escalas em cada trajecto mas... porque não?

Let's Run Away?

Cá estamos nós, de volta ao trabalho e com mais uns tantos quilos no lombo. É verdade, se houve coisa que fizemos bem nestas férias grandes de Verão, foi comer. Já vos contei da desgraça que foi em Itália, com toda aquela gastronomia deliciosa. Depois, estivemos uma semana no Alvor, local de férias d'Ele desde sempre. E se houve muito peixe grelhado para compensar os grandes deslizes de Itália, também houve gelados, crepes, caipirinhas e muitos doces regionais (estes últimos mais para o meu lado, a gulosa de serviço).

Não me interpretem mal, este não é um blog de dietas nem eu vivo obcecada com isso. Antes pelo contrário: felizmente a genética deu-me a sorte de poder comer tudo aquilo que quero e ser sempre razoavelmente magra. E eu como, senhores! Quem passa comigo o dia vê que eu estou sempre a petiscar qualquer coisa, e "draga" e "limpa fundos" são algumas das coisas fofinhas que me chamam. Se falarmos de doces então, não há coisinha que me escape. Ainda por cima, o Algarve é perito em encher-me a boca de água: D. Rodrigos, doces finos, morgadinhos, doces mistos, e tudo o que levar figo... 

Em boa verdade, a última semana resumiu-se a isto: praia e comer. Foi uma semana calma, em família, num Algarve a abarrotar ainda mais do que nos anos anteriores. As temperaturas elevadas não nos deram descanso e não houve energia para muito mais do que dar uns mergulhos e descansar ao sol, com a companhia de um bom livro.

De todos os sítios que experimentámos, recomendamos:

  • Restaurante Fisherman - o restaurante de sempre, para um óptimo peixinho grelhado e um doce misto de sobremesa
  • Restaurante Pepperino - uma surpresa recente (pelo menos no ano passado não estava lá!) e muito saborosa, com óptimas pizzas e pratos típicos italianos (foto aqui)
  • Restaurante Mediterraneamente - depois de uma visita menos feliz no ano passado, demos-lhe uma segunda oportunidade e viemos de lá completamente rendidos; a pizza Mediterraneamente, com queijo, figo e presunto, é das melhores que já comi (foto aqui)
  • Buono Gelato - crepes e gelados italianos muito saborosos e um senhor que torna o atendimento um encanto (foto aqui)
  • Quinta dos Avós - em Algoz, um pouco distante do Alvor, mas com as melhores torradas de pão de laranja ou pão de alfarroba e um chá muito saboroso (foto aqui)
  • Bolan Bar - a fama já é grande e as caipirinhas (e caipiroscas, de lima, maracujá, morango...) são sem dúvida as melhores do Algarve e, quiçá, de Portugal inteiro (foto aqui)


Infelizmente, este ano não tivemos oportunidade de visitar outros restaurantes que fazem, habitualmente, parte do roteiro. É o caso d'A Charrette (em Monchique) ou da Ribalta (em Algoz). Mas recomendamos muito a galinha de cerejada do primeiro e a cataplana de javali com camarão do segundo, sem esquecer um pijaminha de sobremesas em cada um deles.

Como podem ver, o que temos para vos dizer acerca da nossa passagem pelo Algarve resume-se muito a... comida! Agora resta-nos não pensar na água azul com que a praia nos brindou no último dia de férias, muito ao jeito de Miami, e regressar ao trabalho.

Para os próximos meses já temos o plano traçado: muito descanso, uma escapadela ao Alentejo em Setembro (se tudo correr bem...), um saltinho aos Açores em Outubro e uma roadtrip por Cuba em Dezembro. Novembro está reservado para os preparativos para Cuba e, quem sabe, um saltinho a uma cidade europeia, ao nosso estilo toca e foge.

Let's Run Away?


Se estão a planear um saltinho - ou uma viagem mais longa - pelos nossos países vizinhos, saibam que devem requisitar um Cartão Europeu de Seguro de Doença. Desta forma, poderão aceder de forma bastante simples a cuidados de saúde no país que visitam, caso necessitem.

Este cartão é válido em mais do que trinta países - Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia, Suécia e Suíça - e permite-vos usufruir de cuidados de saúde, no sistema de saúde público, tal e qual como se estivessem no vosso país de residência.

Basicamente, é um cartão com modelo único, gratuito, que foi criado para que em qualquer um dos países aderentes, o processo de identificação do titular e da instituição financeiramente responsável pelos custos dos cuidados de saúde seja simplificado.

Segundo a página oficial de informação, o cartão pode ser requisitado por:
  • Os trabalhadores que se encontrem abrangidos por um regime de Segurança Social, os não activos, os pensionistas e respectivos familiares
  • Beneficiários de subsistemas de saúde públicos
  • Beneficiários de subsistemas de saúde privados
  • Utentes do serviço nacional de saúde, no caso de não haver vínculo à Segurança Social ou a um subsistema de saúde público ou privado.

Podem requisitá-lo, fácil e gratuitamente, no site da Segurança Social. Nós pedimos o nosso no mês passado e o processo foi realmente muito simples. Bastou entrar na nossa área pessoal na Segurança Social Directa, aceder à área específica do Cartão e efectuar o pedido. Em menos de duas semanas tínhamos o cartão na nossa caixa do correio.


Foram oito dias repletos de pizzas, gelados, pastas, risotto, gnocchis e muito mais do que a gastronomia italiana tem para nos dar. Quero acreditar que, mais do que os três quilos engordados, trazemos muito mais "quilos" de cultura e experiências que não vamos esquecer..  Como já tinha previsto, voltámos de viagem completamente arrebatados por Itália. E mesmo para Ele, que já tinha feito um percurso semelhante, esta viagem trouxe-lhe bastante valor acrescentado, muitas experiências novas e até mudanças de opinião em relação ao que tinha sentido da primeira vez que a visitou.

No que toca à roadtrip, não podia ter corrido melhor. Tudo foi definido por nós e delineado ao pormenor, com os percursos traçados e as reservas feitas com antecedência. 
Todos os trajectos foram feitos muito facilmente, as estradas são boas e, à excepção do troço entre Florença e Roma, praticamente não apanhámos trânsito. Os custos e duração de percursos que planeámos com o site Via Michelin foram bastante acertados e algumas portagens foram até mais baratas do que tínhamos previsto - uma agradável surpresa! Andar de carro no centro das cidades durante o dia é praticamente impossível, por causa das ZTL (Zona de Tráfego Limitado) mas durante a noite a restrição é desactivada. Com um bocadinho de pesquisa prévia, conseguimos identificar os horários de funcionamento das ZTL de cada cidade e escapar às multas sem qualquer dificuldade. Assim, durante o dia desbravámos cada cidade a pé, deixando o carro no estacionamento do hotel e reservando-o apenas para a deslocação entre cidades.


Milão, o único destino repetido para ambos, foi  a melhor forma de chegar a Itália: matar saudades. O centro histórico, com os monumentos que queríamos visitar, é relativamente pequeno e fácil de explorar. O que não foi fácil foi aguentar o calor: sensação térmica de 43° e todo o país em alerta. Valeu-nos um cocktail gelado na Terrazza Aperol, com uma vista privilegiada para o Duomo. E para terminar o dia, matei saudades da maravilhosa pizza da Spontini.

Verona foi, sem dúvida, a cidade que mais nos surpreendeu. Cada rua que percorríamos era mais bonita e florida que a anterior, com as fachadas coloridas e as varandas cuidadas. Foi aqui que descobrimos os gelados Venchi, que depois nos acompanharam em toda a viagem. E tão rapidamente não vou esquecer o gnocchi com carne de cavalo que almocei no restaurante Punto Rosa.

Tão estarrecidos com Verona, acabámos por nos atrasar e só chegámos a Pádua ao final da tarde. Com muita sorte, entrámos na Basílica de Santo António de Pádua apenas cinco minutos antes de fechar. Mais cinco minutos de atraso e tínhamos perdido aquele que foi o monumento que mais nos surpreendeu em toda a viagem. A riqueza, pormenor e cor desta Basílica, perdidas numa cidade simples e menos turística, foram o choque mais agradável.

No único trajecto de comboio que fizemos, pusemo-nos em Veneza num instante. Veneza foi aquilo que esperávamos dela: romântica, cénica, a abarrotar de turistas. Andar de gôndola nos canais vazios e nos poucos momentos de silêncio de toda a cidade vale muito mais do que os 80,00€ que cobram. E se o gondoleiro tiver alma de Pavarotti, como o nosso tinha, o momento torna-se ainda mais inesquecível.

Em termos de monumentos, Bolonha é a cidade mais modesta. Mas foi a única em que sentimos estar realmente embrenhados na vida dos italianos. O rebuliço é muito característico e os 38km de arcadas por que a cidade é conhecida foram um doce no quarto dia de temperaturas demasiado elevadas.


Começar a explorar Florença na Piazzale Michelangelo com um pôr-do-sol maravilhoso aumentou ainda mais a expectativa para esta cidade, que já estava nos píncaros. É realmente uma cidade lindíssima, com uma componente artística omnipresente. Mas a sujidade, os monumentos encardidos e as ruas cinzentas desencantaram-nos e não a deixaram subir para o topo das preferências.

Roma é... Roma. E é difícil descrever a envolvência e a quantidade de monumentos por metro quadrado. A majestosidade do Coliseu, a imponência do Vaticano, a Fontana di Trevi a parecer um oásis no meio da cidade. Três dias foram muito pouco e teremos, certamente, que lá voltar.

Agora, depois de oito dias a fazer uma média de 10km/dia, vamos estender as pernas nas praias algarvias e descansar o mais possível. Prometemos dar notícias!

De certeza que já vos aconteceu passear por uma cidade com malas ou mochilas atrás, por não terem onde as deixar. Ou porque o check in no hotel é apenas mais tarde, ou porque tiveram que fazer check out cedo, ou até porque estão apenas de passagem. E se estamos habituados às facilidades dos hotéis em ficarem com as nossas malas por algumas horas, essa opção nem sempre se adequa ao nosso percurso e aos nossos timings. Hoje em dia, com todas as regras de segurança tão apertadas, há até muitos hotéis que se estão a recusar a ficar com a bagagem...

Felizmente, cada vez há mais projectos interessantes e que respondem a estas necessidades. O The Biggest Cloakroom é um desses casos. Denominam-se o "maior bengaleiro do mundo" e o serviço é exactamente esse: ficam com a vossa bagagem enquanto passeiam pela cidade!








Experimentámos este serviço na nossa mais recente ida ao Porto e ficámos convencidos: chegámos ao centro, deixámos a nossa mala no The Biggest Cloakroom e passeámos à vontade pelo centro, sem pesos atrás, nem complicações. No nosso caso foi apenas por umas horas, mas podem deixar as vossas malas durante vários dias. O serviço é muitas vezes utilizado, por exemplo, por estrangeiros que vêm para Portugal para fazer o Caminho de Santiago e pretendem levar consigo apenas o mínimo e essencial.





O processo é mesmo muito simples: preenchendo um formulário com os dados pessoais, a mala é guardada e recebem uma senha para levantamento da mala.


Além de entregarem a vossa mala, podem ainda requisitar informações sobre a cidade (deram-nos umas dicas óptimas, mesmo para quem já conhecia bastante bem o Porto!), tours e transfers para o aeroporto ou para a estação de comboio.


Os preços do serviço variam consoante o tamanho da bagagem e o número de horas (ou dias) em que vão recorrer ao serviço, começando nos 3,00€ para mochilas de tamanho pequeno por períodos até 3 horas. A melhor forma de perceberem qual o custo da vossa necessidade específica é entrarem em contacto com a loja, para que vos possa ser dado um orçamento personalizado. O serviço é muito flexível e podem pedir até que recolham a bagagem no vosso hotel!

Além do Porto, este serviço já chegou a Aveiro. E o objectivo é que se espalhe por mais locais rapidamente! É fantástico ou não é?

A Ryanair está com uma promoção só hoje (até à meia noite) para viagens entre 13 de Novembro e 15 de Dezembro.

A promoção é de 20% de desconto em 1 milhão de lugares e está disponível em todas as rotas:




Não resta muito tempo mas é uma oportunidade para aproveitar!

Let's Run Away!